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quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Jardim mortório

Se o jardim que tentei cultivar

Foi destruído pelo pernicioso,

Colherei as flores que restar

Em memória desse doloroso.


E todas aquelas flores mortas

Comigo levarei, sem rumo certo,

Despejando-as durante a triste rota

No coração que estiver por perto


Basta de tanta falsa bondade!

Agora sei o quanto me enganei

Mostraste-me a sua real verdade.


Com tua incerteza e maldade

Regaste o jardim que cultivei,

Desprezando a minha verdade.

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