Se o jardim que tentei cultivar
Foi destruído pelo pernicioso,
Colherei as flores que restar
Em memória desse doloroso.
E todas aquelas flores mortas
Comigo levarei, sem rumo certo,
Despejando-as durante a triste rota
No coração que estiver por perto
Basta de tanta falsa bondade!
Agora sei o quanto me enganei
Mostraste-me a sua real verdade.
Com tua incerteza e maldade
Regaste o jardim que cultivei,
Desprezando a minha verdade.

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