Os meus poemas, não são meus,
Convivo apenas com o criador,
De quem copio com ardor
As emoções e desejos seus.
Sem pedir-lhe permissão,
Ouso roubar os seus lamentos,
Amores, dissabores, sentimentos,
Permito-me a intromissão.
Roubo sempre no momento
Em que estão de prontidão
O amor, a dor ou lamento.
Assalto sem dó, sem compaixão.
Poemas de amor e de tormento
Subtraio de dentro do coração.

Parabéns pela seleção do poema, poeteiro!
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