Se a verdade é para ti tão real,
Parece haver daí um engano,
Um discurso quase que profano
Incondizente com sua moral.
Reflita sobre a sua existência
E perceba ter a sua verdade
Algo de loucura, insanidade
Levando-a a uma penitência.
Há sempre algo pobre, relativo,
As verdades são vãs, reflita!
Desfazendo tudo sem motivo.
Não fique triste, tão pouco aflita
Mas refaça seu discurso insano
Procure a real verdade, permita!

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